Reforma Política Já
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Sugestões para a Reforma Política

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Eleições gerais para presidente, govenadores, prefeitos, senadores, deputados federais e estaduais e vereadores a cada 4 anos e não a cada 2 anos como ocorre atualmente.

Inegibilidade se o candidato já tiver sido condenado em segunda instância em algum processo.

Mandato de 4 e não de 8 anos para os senadores; apenas 2 e não mais 3 senadores por estado; suplente de senador definido democraticamente pelas urnas e não indicado por ele mesmo.

Instituir o voto em trânsito.

Reduzir de 90 para 30 dias o período de campanhas. Precisamos substituir a quantidade pela qualidade na informação.

Limitar o número de candidatos por partido ao número de cadeiras de cada instituição, tanto no Senado, Congresso, Assembléias e Câmaras.

 

Cada pleito eleitoral no Brasil custa aos cofres públicos cerca de R$900 milhões de reais.

O modelo atual favorece o esquema de barganha.

Em 2008, os deputados federais e estaduais deixaram suas atividades para se dedicarem às campanhas dos prefeitos, com o objetivo único e exclusivo de, em 2010, esse apoio se reverter em favor deles, quando da disputa de um novo pleito.

E o que é pior: nesse período não exerceram suas funções de parlamentares. Somente trabalharam nas campanhas dos "amigos" e continuaram recebendo seus polpudos salários.

As eleições gerais não permitirão a descompatibilização do cargo pelo parlamentar visando à disputa de uma nova eleição para outros cargos.

No ano de 2008, 20% dos deputados (estaudais e federais), deixaram suas atividades para se dedicarem às suas campanhas para as prefeituras. Os que não se elegeram, retornaram aos seus antigos cargos. Em 2009, estão trabalhando em suas campanhas pela reeleição em 2010.

Ora, eles só trabalham em campanhas políticas e não para a sociedade que os elegeram.

Os projetos em andamento são interrompidos em razão dessa renovação a cada dois anos, que muitas vezes gera incompatibilidades políticas.

É muito caro e trabalhoso para a união promover duas eleições, que via de regra se transformam em quatro, em virtude dos segundos turnos. ...

O voto em trânsito não só facilitaria a vida do eleitor, como também inibiria a compra de voto. Quanto os candidatos pagam de passagens para os eleitores irem votar em suas respectivas cidades??

Hoje, já temos tecnologia para garantir a segurança no processo eleitoral em trânsito.

A maioria dos parlamentares tem outra atividade profissional. Uns são pecuaristas, outros empresários, industriais, etc. E o que é pior, alguns são presidentes de times de futebol. Assim não têm tempo para de dedicarem integralmente ao cargo para o qual o povo o elegeu. Normalmente a prioridade é sempre a sua outra atividade.

Não podemos permitir que pessoas como Zezé Perrela (presidente do Cruzeiro) ou Eurico Miranda (presidente do Vasco) assumam cargos públicos. As paixões desses homens pelos seus respectivos clubes não os deixarão trabalhar para o povo.

Opiniões / Sugestões sobre este tópico

Fico indignada a saber que politico não tem escolaridade para entrar na politica, qualquer pessoa independente do nível que estudou pode se candidatar.Hoje independente do cargo que exerce profissional à exigência é nível superior. Absurdo o que estes politicos cara de pau que so quer se promover financeiramente venha se candidatar .

Comentado por: anonimo | 23/05/2010 22:37

 

Eleições conjuntas tudo bem; limitar o acesso à candidatura porque o candidato tenha maior influência popular, como o caso dos presidentes de clube de sucesso, perdoem-me mas é estupidez, é inconstitucional e é abertura de caminho para o arbítrio: então professores, artistas de cinema e televisão, religiosos, escritores famosos etc. também não poderiam se candidatar. Também a exigência de escolaridade mínima (seja qual for) é inconstitucional e idiota. Assim como sugestões que foram colocadas aqui (nesse e em outros ítens) de que para ser eleitor se deva ter escolaridade mínima. Esta então é completamente contra o princípio democrático. Se for assim os que não puderem ser eleitores também não têm que pagar impostos, uma vez que não podem ter voz ativa no sistema que legisla sobre os impostos. Lembrem-se do incidente que foi a gota dágua para a revolução americana, o imposto sobre o chá, onde surgiu a frase lapidar: "No taxation without representation" (Não pode haver imposto sem representação).

Comentado por: Wilson Baptista Junior | 01/06/2009 12:15

 

Na NOVA REFORMA POLÍTICA deveria constar:
1º)Para que o CIDADÃO BRASILEIRO fosse CANDIDATO, primeiro deveria ser ELEITOR (Nesse caso ele deveria ter um CURSO SUPERIOR). E se fosse apanhado COMPRANDO VOTO, PERDERIA PARA SEMPRE O DIREITO DE SE CANDIDATAR NOVAMENTE; sem prejuízo de ser processado pelo CRIME.
2º)Para ser CANDIDATO A DEPUTADO ESTADUAL deveria ter sido antes VEREADOR.
Para ser CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL deveria ter sido antes DEPUTADO ESTADUAL.
Para ser CANDIDATO A SENADOR deveria ter sido antes DEPUTADO FEDERAL.
Para ser CANDIDATO A PREFEITO deveria ter sido antes VEREADOR.
Para ser CANDIDATO A GOVERNADOR deveria ter sido antes PREFEITO DA CAPITAL DAQUELE ESTADO.
Para ser CANDIDATO A PRESIDNTE DA REPÚBLICA deveria ser antes GOVERNADOR DE UM ESTADO NO MÍNIMO O SEXTO COLÉGIO ELEITORAL BRASILEIRO.

Comentado por: João Baptista de Rezende Júnior | 16/05/2009 20:45

 

Outro aspecto que merece atenção neste tópico é o que refere-se aos nomes com os quais os candidatos apresentam-se ao eleitor.

É Dr. Fulano, Cabo Cicrano, Sargento Beltrano, Juíza Fulana de Tal, Pastor Beltrano de Tal, além de diversos apelidos rídiculos, nomes estes que servem apenas para iludir o eleitor com a titulação acadêmica, patente ou cargo religioso ocupado pelo candidato, como se isto fosse sinônimo de idoneidade, ou chamar a atenção do mesmo eleitor através da piada inerente a alguns apelidos.

Devemos considerar que a utilização de designativos como Dr. ou Juiz/Juíza tende a iludir o eleitor menos esclarecido, que, infelizmente, é a maioria e é quem de fato decide a eleição.

Assim, acredito que devemos analisar o caso e incluir na proposta a proibição do uso de apelidos e outros designativos que remetem ao grau acadêmico ou a cargos anteriormente ocupados pelos candidatos.

Todos nós, brasileiros, temos um nome de registro. Então, que os candidatos apresentem-se aos seus eleitores com o mesmo nome que consta em seus registros civis; o que poderá ser aferido nos TREs no momento do registro da candidatura.

Política é coisa séria, e como tal deve ser tratada. Se o candidato FOI Juiz/Juíza, Delegado, Policial Militar, Pastor ou Padre não importa. Ao deixar o cargo anteriormente ocupado para candidatar-se, quem o faz é o cidadão "fulano de tal", e assim deve apresentar-se ao eleitor; mesmo que conte a sua história e mencione os cargos que ocupou como forma de demonstrar sua idoneidade, se assim entender por bem.

Há que ressalvar, no entanto, a possibilidade, legalmente prevista, da inclusão do apelido no registro civil; como o caso do Presidente Lula. Neste caso, não há como negar a utilização do mesmo.

Contudo, nenhum juiz deferirá pedido para incluir no registro civil designações como Dr., Pastor, Sargento, Padre, Juiz/Juíza etc...

Comentado por: Clayson Lopes de Souza | 12/05/2009 08:01

 

Considero mais econômico e lógico a eleição conjunta para todos os cargos: do Legislativo ao Executivo.
Esse negócio de Eleições a cada dois anos fica muito caro e facilita a corrupção eleitoral, onde o candidato já começa a interferir na administração pública seja utilizando a máquina administrativa seja intermediando obras preparando a sua próxima eleição e reeleição.

Comentado por: Carlos José dos Santos | 11/02/2009 19:30

 

sempre critiquei os membros do congresso nacional - mas curvo-me neste momento para parabenizar a atitude da camara dos deputados negando a aprovaçao da pec dos vereadores, essa aberraçao, esse corpotativismo que os malucos do senado quer fazer - velhos senadores contaminam os senadores com ideais de servir o pais, a gente espera que senhores mais velhos, mais vividos , sao mais ajuizados, puro engano, nao teem as sensibilidade de olharem os interesses da naçao, teem mais juizo senhores senadores, que vergonha - tenho dito

Comentado por: omar cardoso | 18/12/2008 19:27

 

Se todo político tem outra atividade, pq só os dirigentes de clubes nao tem tempo para exercer seu dever? deve-se criar um sistema de remuneracao por atividade, ou seja, quanto mais atuante o politico, melhor seu salario, ou qualquer outro beneficio. nao acredito que apenas os dirigentes se dediquem mais a suas funcoes anteriores ao ingresso na poitica do que ao cargo para o qual foram eleitos. esse e um problema dos politicos num todo.

Comentado por: pedro resende | 29/09/2008 12:23

 

Uma eleição a cada 4 anos para todos os cargos políticos, não é preciso ter nível superior, pois tivemos e temos exemplos de políticos formados e no entanto não fizeram um bom governo. Precisamos de políticos honestos e que gostam do nosso País, que querem fazer alguma coisa para o povo brsileiro, acima de tudo.

Comentado por: SILVANA MARIA BARBOSA | 15/08/2008 22:03

 

acho que o candidato deve mesmo ter um excelente curriculum vitae e deve apresentar provas de sua honestidade não se deixando corromper pelos mais antigos. Mesmo que isto signifique perder o mandato, pois pelo que sei, os outros ameaçam aqueles que zelam por sua honestidade. Chegamos a este ponto. E jamais deixar eleger outro presidente como este que aí está por ter comprado votos da classe mais pobre deste país. E acabar com votos dos analfabetos que nada acrescentam e nem sabem porque estão votando.
Não é preconceito, apenas precaução para que não ocorra novamente nas ultimas eleições para presidente.



Comentado por: Rogeria Costa | 16/06/2008 20:04

 

Para se tornar candidato o pretendente deveria apresentar "nada consta" de antescedentes criminais e judiciais, nível de escolaridade superior e realizar uma prova de conhecimentos gerais, português, matemática e história do Brasil. Não podemos mais tolerar políticos semi-analfabetos...pra não dizer analfabetos, redigindo nossas diretrizes.

Comentado por: Osvaldo O Graça Jr | 29/05/2008 22:32

 

Eleições gerais a 4 quatro anos e apenas uma possibilidade de recondução para os cargos do Poder Executivo. Falar em 3º mandato é uma obscenidade para a sustentação da Democracia, é personificar o poder, coisa que só existe em regimes ditatoriais.

Comentado por: Adriano Soares | 27/05/2008 12:42

 

Continuarei com o meu refrão: Temos que deixar esses mecanismos serem escritos por juristas que entendam todas os meandros da política. Nunca vai adiantar um monte de leis que nunca serao cumpridas. Esses caras roubam e nunca serao presos ou devolverao a grana.O que temos que exigir é moral e vergonha na cara!!
UM GOVERNO É FEITO DE HOMENS E NÃO DE LEIS!!

Comentado por: Dirceu de Assis Figueiredo | 25/05/2008 23:48

 

Duas eleições, como tem acontecido, faz parte do jogo dos parlamentares: Quando a eleição é municipal, deputados podem concorrer ao cargo de exucutivo municipal sem colocar em risco a perda de seu mandato; quando a eleição é para cargos estaduais e federais, vereadores podem concorrer sem c olocar em risco seu mandato. A não ser por isso, o que não é justificativa, não há razões para termos duas eleições. Puro oportunismo.

Comentado por: Fernando Antôno dos Santos Oliveira | 13/05/2008 08:01

 

Eleição a cada quatro anos sem direito à reeleição consecutiva, isto é, quatro anos fora e voltar depois se for de interesse, como nas eleições para diretores de escola.

Comentado por: Maria Flavia Horta Barbosa | 10/05/2008 22:15

 

As eleições deveriam sim, ser de uma só vez para todos os cargos. E, ainda acho que deveriam ser a cada 5 anos. Assim, teríamos um custo menor com eleições e os políticos teriam um tempo maior para concretizar os seus projetos. E também afastaríamos a hipotese de 3 mandatos.

Comentado por: Wellington Mayrink Dias | 03/05/2008 23:51

 

para se candidatar a um cargo politico tem que ter curso superior em administração publica ou gestão publica , porque a maioria dos politicos não sabem o dever do cargo que ele esta exercendo apenas para se beneficiar

Comentado por: Devanir Adão de Oliveira | 03/05/2008 16:45

 

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