Reforma Política Já
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Sugestões para a Reforma Política

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Elevar os percentuais que estabelecem a Cláusula de Barreira de 5 para 10%.

Cada partido terá obrigatoriamente de apresentar à sociedade um plano partidário, expressando a identidade (ideologia) do mesmo.

 

Apenas 2 partidos não serir interessante par o país mas 27 também é demais. São muitos partidos, alguns apenas de aluguel. Essa quantidade de partidos além de não agregar absolutamente nada, ainda confunde sobremaneira o eleitor.

O mais importante para um país não deveria ser a quantidade de partidos, mas sim a qualidade.

- Infelizmente nossos partidos não têm uma ideologia, ou seja, uma identidade que os norteie.

Opiniões / Sugestões sobre este tópico

A cláusula de barreira é anti-democrática porque impede que minorias políticas, como os comunistas (PCdoB, PCB, PCO e PSTU), tenham a legítima representação proporcional nos cargos eletivos.

Comentado por: Rafael Simões | 13/07/2009 23:05

 

Completando o comentário anterior, há que ressaltar que faz-se necessário fixar, taxativa e definitivamente, o tempo destinado à propaganda gratuita, por exemplo: 90 minutos diários, a fim de eliminar eventuais cogitações de aumento de tempo em função da ideia apresentada.

Assim, em condições iguais entre todos os interessados, sendo o tempo igualmente reduzido para todos, em função do elevado número de partidos, não restará muitas opções aos membros dos partidos além de resolverem as suas diferenças e fundirem-se em novos partidos, reduzindo-se, naturalmente, o número total.

Comentado por: Clayson Lopes de Souza | 13/05/2009 10:27

 

Limitar ex legge o número de partidos é o mesmo que ser autoritário, uma vez que tal limitação perderá a naturalidade e o eventual amadurecimento do sistema político do País, além de inibir eventuais surgimentos de novas e boas ideias.

É possível, não obstante, promovermos a necessária depuração do sistema partidário de forma mais natural e, consequentemente, mais legítima.

Basta igualar o tempo destinado a cada partido, durante o horário eleitoral gratuito no rádio e TV, bem como na propaganda partidária fora da época eleitoral.

Devemos considerar que o final de cada MANDATO implica um recomeço, ou seja, é uma nova eleição, uma nova oportunidade para os cidadãos avaliarem o trabalho dos seus MANDATÁRIOS e escolherem os futuros gestores da coisa pública e, objetivamente falando, os cidadãos só terão condições reais de avaliarem as diversas propostas se tiverem a oportunidade de conhecerem todas elas igualmente.

E mais, a forma como é hoje, em que os partidos maiores têm tempo maior, implica a instituição de privilégios pelos membros dos maiores partidos, ou seja, ação em interesse próprio, e perpetuação no poder; ambas indesejadas.

Como forma de acabar com os partidos de aluguel, basta incluir a vedação da soma dos tempos parciais do horário eleitoral gratuito.

Assim, mesmo no caso das coligações para as eleições majoritárias, incumbiria unicamente ao partido ao qual o candidato ao cargo majoritário for filiado apresentar o seu candidato e as suas propostas.

Vedando-se aos demais partidos da coligação qualquer menção ao candidato ao cargo majoritário, bem como ao nome do partido do mesmo ou da coligação; restando-lhes apresentarem os seus candidatos aos cargos proporcionais no seu tempo, que, repita-se, deve ser igual ao de todos os outros partidos.

A partir desta forma, somados eventuais aperfeiçoamentos da ideia, necessários para a depuração da mesma, induziremos a reorganização ou reformulação dos partidos, porém, de forma natural.

Há que reformar, sim. Porém, há que fazê-lo naturalmente, ou seja, assegurar a todos os interessados condições iguais no ponto de partida, que é a propaganda, a partir daí, a reforma acontecerá naturalmente; ou, pelo menos os privilégios e as distorções serão eliminados ou muito reduzidos.

Comentado por: Clayson Lopes de Souza | 13/05/2009 10:19

 

É caracteristica da Democracia, a multiplicidade de partidos, mas considero que os partidos deveriam abranger ao máximo os interesses da Nação e de todos os cidadões do Pais.
Não podemos ter partidos que visem somente os interesses localizados de seguimentos da sociedade como por exemplo:
Partido dos Aposentados,
Partido dos Gays,
Partido dos Negros,
Partido dos Indios,
Partido das Mulheres,
Partido dos Traficantes etc., pois num pais, temos aposentados, indios, negros, mulheres, gays, traficantes, etc. Nem todos são aposentados ou vão se aposentar, nem todos são indios, nem todos são gays, nem todos são traficantes.
Se considerarmos que os partidos tem que ter uma visão dos interesses mais coletivo de toda a Sociedade, isso diminuiria muito a quantidade de partidos que poderia ser mais saudável, sem prejuízo da Democracia.
Mas se abrirmos para qualquer ideologia pessoal, teremos até PCC Partido dos Criadores de Cachorros.

Comentado por: Carlos José dos Santos | 11/02/2009 19:21

 

Acredito que um máximo de 6 (seis) partidos políticos fortes seriam o suficiente para movimentar a nossa política e dar ao povo resultados positivos.

Comentado por: GILSON RODRIGUES FERNANDES | 25/05/2008 12:12

 

Nao acredito em Partido, pois a cúpula dos partidos é sempre feita das pessoas que ameaçam as bases atraves de todo tipo de sacanagem! Fui do PT do PC do B e agora nao acredito em nenhum! Voce vota no que a base do partido jah decidiu! Tudo enganação!

Comentado por: Roberto Byrne Guimarães | 22/05/2008 13:35

 

Sou totalmemte contra a cláusula de barreira. Deve haver espaço para diversidade de projetos políticos, e não apenas partidos guarda-chuva sem propostas bem definidas. A limitação do número de partidos pode matar propostas que poderiam vir a ser majoritárias no futuro e manter sempre os velhos donos do poder. Já os partidos de aluguel deveriam ser combatidos através da fidelidade partidária e financiamento público exclusivo de campanhas. O que é difícil, sobre este tópico, é definir a proporção do espaço-tempo de propaganda para partidos e candidatos.

Comentado por: Hudson Lacerda | 11/05/2008 21:30

 

totalmente contra este monte de intulho.

Comentado por: JaiderLuiz | 04/05/2008 19:34

 

O problema é que os considerados nanicos é que dão a sobrevivencia política dos grandes, e como não é de interesse acabar com isso vamos ter que continuar aguentando essa tal de pluralidade de interesses partidarios.

Comentado por: Hebert pessoa | 03/05/2008 18:26

 

tem que acabar com esta monte de partido eles não representa nada . passar para 08 partidos fortes assim não ia ter troca de favores nos partidos pequenos

Comentado por: Devanir Adão de Oliveira | 03/05/2008 16:54

 

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