Reforma Política Já
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Sugestões para a Reforma Política

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voltar ao indiceFAMILIARES NO PODER (EM CARGOS ELETIVOS)

Apenas uma pessoa de cada família (até o segundo grau de parentesco) poderá atuar em cargos eletivos, seja no legislativo e/ou executivo naquele período. Mais de uma, cria-se um poder paralelo.

 

Atualmente, várias pessoas de uma mesma família, principalmente no nordeste, atuam como políticos, seja no legislativo ou no executivo.

Cria-se um poder paralelo. Esta situação fortalece sobremaneira as articulações dos parlamentares, principalmente quando se trata de questões que os beneficie. O que presenciamos hoje são candidatos sendo eleitos pela expertise dos familiares e não por serem os melhores. Temos hoje no Brasil famílias com 2, 3, 4 até 5 pessoas atuando como políticos. Neste momento, isto não é bom para o país.

Opiniões / Sugestões sobre este tópico

Além disto, se perder na urna não poderia ser chamado para ser secretário, ministro, ou qualquer cargo público, por mais competente que seja. Se foi derrotado na urna é porque a população não o quer em lugar algum. Nada de cabide de emprego pra políticos.

Comentado por: Daniel Silva Filho | 14/01/2010 17:00

 

Tem é que limitar o número de mandatos destes caras, se gabam de estar há 30, 40 anos na política mas não conseguem mostrar nada de útil. Deveria acabar com este negócio de um vereador sair para outro cargo, perder e voltar como se nada houvesse acontecido. Tem que se descompatibilizar do cargo e se perder ficar fora do quadro político. E no primeiro mandato teria que terminá-lo, sem esta de pular de galho em galho.

Comentado por: Daniel Silva Filho | 14/01/2010 16:58

 

Nesse contexto, podemos dizer que a famosa "democracia" é apenas um "paliativo" que esmoladamente nos deram, no intuito de fazer com que pensemos que se importam com a gente. No fundo, no fundo, vivemos numa "monarquia", onde, de um lado, a satisfação das necessidades de uns que vão para muito além das "necessidades", aliada às irresponsabilidades dessa sociedade dominante no contexto aos direitos do restante da população de atender as suas necessidades que poderíamos chamar aqui de "necessidades básicas" mesmo.

Comentado por: Rita Ferreira Procopio | 15/11/2009 13:15

 

Impedir o nepotismo na contratação de funcionários públicos, sim, é uma medida anti-corrupção. Impedir que familiares de políticos se candidatem e seja eleitos é um atentado contra a liberdade individual e contra a Constituição. Porque nós cidadãos não temos voz ativa para impedir o nepotismo na contratação de funcionários, mas somos nós que elegemos ou não, bem ou mal, os políticos. É nosso direito votar em quem quisermos, tanto quanto de nos candidatarmos se quisermos.

Comentado por: Wilson Baptista Junior | 01/06/2009 13:02

 

Quanto aos familiares em cargos eletivos, concordo com a proposta.

Complementano o comentário anterior, deve-se expressar, apenas para não deixar margem ao oportunismo, que incluem-se na nossa proposta as secretárias, os assessores, os chefes de gabinete, os estagiários, enfim, TODOS os outros cargos públicos.

Comentado por: Clayson Lopes de Souza | 13/05/2009 09:25

 

O Brasil precisa melhorar a seleção de pessoal para o Estado. Não há qualquer teoria ou lógica de Administração que suporte o número de cargos de livre nomeação que existe no País. Definitivamente, isso não funciona!

Para sermos objetivos, sem prejudicarmos a gestão política, inerente à coisa pública, devemos estabelecer que SOMENTE os cargos de Ministro de Estado, (esfera Federal) Secretário de Estado (esfera Estadual)e Secretário Municipal ou seja, os auxiliares diretos dos Chefes dos Executivos, poderão ser de livre nomeação, em função de serem essencialmente políticos.

Os demais, TODOS OS DEMAIS, inclusive no Judiciário, Ministério Público, Advocacia Pública, Tribunal de Contas, enfim, TODOS os outros cargos públicos, devem ser preenchidos por concurso público; por razões óbvias. Aplicando-se aos seus ocupantes o princípio da hierarquia da Administração Pública, segundo o qual os mesmos devem obediência funcional aos seus superiores.

E mesmo para os poucos cargos que serão providos por livre nomeação, deverá prevalecer a proposta da Silvana Maria Barbosa, ou seja, serem ocupados por profissionais da área, com comprovada capacitação para o desempenho do cargo.

Comentado por: Clayson Lopes de Souza | 11/05/2009 09:51

 

Esse negócio similar a monarquia, onde toda uma família vive mordomias às custa do contribuinte e do Estado já não funciona mais. O nepotismo é o principal gerador de incompetentes agindo dentro do Serviço Público, principalmente aqueles parentes admitidos sem concurso público a pretexto de exercer cargo de confiança.
Posso até admitir que um parente seja admitido, desde que através de Concurso Público, livre de fraudes ou subornos.
Se o parente tem competencia e profissionalismo real e comprovado não vejo problemas. Desde que conheça seu trabalho, suas obrigações para a satisfação do contribuinte. Ok!

Comentado por: Carlos José dos Santos | 12/02/2009 01:13

 

Os cargos de Ministros e demais cargos políticos do 2º escalão deverão ter pessoas que estão entendem da área que irão administrar. Exemplo: Ministério da Saúde: profissionais da área médica; Ministério da Educação: profissionais da área da Educação; Ministério das Minas e Energia: funcionários das áreas de Minas e Energia, etc.

Comentado por: SILVANA MARIA BARBOSA | 15/08/2008 22:18

 

sou contra, cargo publico só com concurso publico, como todo mundo.

Comentado por: JaiderLuiz | 04/05/2008 19:30

 

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