
Sugestões para a Reforma Política
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Dedicação exclusiva ao cargo. Todos os políticos terão de se dedicarem horário intergral e com exclusividade às suas atividades parlamentares; e não como hoje, alguns são pastores e atuam com tal, ou dirigents de clubes de futebol e também atuam nesses cargos. Ora, assim não sobra tempo para trabalharem em prol da sociedade que o elegeu. CHEGA.
Estabelecer uma carga horária de, no mínimo 8 horas / dia, de segunda a sexta-feira.
Terão apenas 13 salários por ano, como os demais brasileiros, e não 15 como atualmente.
Férias de "apenas" 30 dias / ano e não mais 55 como é atualmente.
Estabelecer critérios para definir os salários dos parlamentares, em todas esferas – Federal, Estadual e Municipal – definindo-os a partir de um percentual dos respectivos PIBs, obviamente, dentro da realidade do nosso país. Para aumentarem literalmente os seus salários, terão de elevar o PIB ou de seu município, ou do seus estados, ou do Brasil.
Ou... Os salários dos parlamentares serão os de mercado, de acordo com seu grau de escolaridade e profissão.
Os reajustes de seus vencimentos serão indexados aos mesmos índices de reajustes do salário mínimo e/ou do funcionalísmo público.
Acabar com os abomináveis Jetons.Receberem Jetons para convocações extraordinárias mas, trabalhando nas campanhas de "amigos", com 55 dias de férias anuais e emendando todos os feriados, parece um paradoxo muito grande. Não?
Qualificar e limitar o número de funcionários em gabinetes para no máximo 08.
Extinguir as "verbas de gabinete", as quais são manipuladas e maquiadas pelos parlamentares, passando essas despesas diretamente para a instituição (Câmara, Assembléias, Senado)
Não poderão emendar todos os feriados, como ocorre atualmente.
Acabar com a licença de 120 dias a que cada um tem direito (em cada mandato).
Acabar com aposentadoria após apenas dois mandatos. Após contribuir com o INSS por 35 anos, O valor de sua aposentadoria será igual ao do resto da população, limitando-se ao valor máximo de R$3.200,00, e não valor integral do salário, como ocorre atualmente.
Os políticos, eleitos pelo povo, terão de cumprir seu mandato até o fim, não podendo, portando, assumir outro cargo, seja no legislativo ou no executivo. Cargos técnicos deverão ser ocupados por técnicos.
2 faltas no mês, ao seu gabinete ou ao plenário (votação), sem justificativa plausível, implicará na sua cassação.
Em todo o lugar, quem determina o salário do funcionário é o patrão e não o próprio funcionário. Os políticos são os nossos funcionários; portanto, quem deverá definir os seus salários somos nós, o povo.
Opiniões / Sugestões sobre este tópico
Se qualquer trabalhador no Brasil tem que cumprir seu horário de trabalho, os deputados e senadores(pra que serve um senador??)também tem a obrigação de cumprir um horário minímo de trabalho igual a qualquer trabalhador.
Comentado por: Ronaldo do Nascimento Ferreira | 23/06/2009 00:10
Acredito que as regras trabalhistas deveriam valer também para os senhores Senadores, Deputados e Vereadores:
Faltou ao serviço, perde o dia.
Nada de 14 salários.
Nada de verba de gabinete.
Nada de verba palitó.
Nada de verba moradia.
Nada de verba para viagens.
Nada de aposentadoria integral.
Os Gabinetes serão mantidos pelo Congresso Nacional, pelas Camaras e pela Assembléias Legislativas, inclusive a remuneração dos assessores e serviçais burocraticos.
Palitos, gravatas, camisas e as cuecas com Dolares ou sem dolares deverão ser de resposabilidade do parlamentar.
Todo Trabalhador compra sua roupa, porque o político que ganha fortunas não paga a sua?
Se o parlamentar não quizer ficar nos apartamentos funcionais, que pague o seu proprio aluguel, sem auxilio moradia.
As viajens dos parlamentares serão pagas pelas respectivas casas legislativas através de prestação de contas e não serão repassadas verbas para viagens diretamente ao político.
Os parlamentares não poderão definir ou aumentar os seus proprios salários. Esta deverá ser uma decisão coletiva entre os poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário, submetido a aprovação popular através de um referendo ou plebiscito.
Comentado por: Carlos José dos Santos | 12/02/2009 00:41
Proibição de faltar às segundas e sextas feiras como é de costume dos parlamentares.
outro absurdo, é a "barganha" que acontece para aprovação de algum projeto de lei. O membros do partido só vão votar se conseguirem algum benefício para si. Isso é imoral. Eles estão lá para votar e deveriam ser obrigados a comparecer a todas as sessões. Imagine se todo trabalhador escolhesse o dia que quer exercer a função para a qual foi contratado?!
Comentado por: Elisangela | 17/10/2008 17:46
Um bom salário, mas sem direito a mordomias como verbas de auxilio paletó, gasolina, passagens aéreas, aluguéis de apartamentos, etc. Se o cara quer candidatar, que ele candidate pela vontade de ajudar o nosso País e não pelo dinheiro.
Comentado por: SILVANA MARIA BARBOSA | 15/08/2008 22:12
Salário igual para todos, sempre cobrando resultado.
Comentado por: JaiderLuiz | 04/05/2008 19:14